NATAL
Adoro o Menino abençoado, Deus e homem, a sua
divindade, a sua humanidade e todo o bem que há nele, já que a ele toda
adoração objetiva e, finalmente, deve ser endereçada. Adoro nele a soberana
bondade, a soberana grandeza e todas as demais qualidades incriadas; e, sendo
ele homem, adoro também essas mesmas qualidades tal como foram criadas; e como
todas as coisas foram feitas por ele, adoro o seu entendimento, e a sua boa
vontade adoro, e qualquer outra ação sua; e a ele ofereço toda a minha
inteligência, todo o meu poder e todo o meu agir, e, se mais pudesse, mais
diria para a sua glória e a sua honra. Adoro o Menino que há de sofrer a
paixão, há de ser sepultado e há de ressuscitar no terceiro dia, e com toda a
glória dele adoro também a bem-aventurada Virgem sua sacratíssima Mãe. ”
— RAIMUNDO LÚLIO, Do nascimento do Menino Jesus.

PRINCIPAIS
CARACTERÍSTICAS:
ESTIGMATIZADA:
Teresa Neumann apresentava
os estigmas, feridas correspondentes às chagas de Cristo, que sangravam
especialmente durante a Paixão de Cristo.
JEJUM EUCARÍSTICO:
A partir de 1926, ela se
alimentou exclusivamente da Eucaristia, sem ingerir qualquer outro alimento ou
água, por mais de 36 anos.
EXPERIÊNCIAS MÍSTICAS:
Teresa Neumann tinha
visões e êxtases, e acredita-se que ela falava e entendia várias línguas,
incluindo aquelas faladas na época de Jesus, durante esses momentos.
VIDA DE ORAÇÃO E
PENITÊNCIA:
Ela viveu uma vida de
intensa oração e oferecia seus sofrimentos pelos outros, intercedendo por
pecadores e pedindo por conversões.
RECONHECIMENTO DA IGREJA:
Em 2005, a Igreja Católica
reconheceu Teresa Neumann como Serva de Deus, um passo no processo de
canonização.
CONTEXTO:
Teresa Neumann nasceu em
Konnersreuth, na Baviera, Alemanha, e viveu toda a sua vida na mesma aldeia.
Sua vida foi marcada por uma grave lesão na medula espinhal, que a deixou
paralítica e cega aos 25 anos, seguida de uma cura milagrosa e, posteriormente,
pelas experiências místicas que a tornaram famosa.
RELEVÂNCIA:
A vida de Teresa Neumann
continua a inspirar e intrigar muitas pessoas, especialmente dentro da Igreja
Católica, devido à sua intensa fé, suas experiências místicas e seu testemunho
de vida dedicada a Deus.
1.
AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS.
2.
NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO.
3.
GUARDAR DOMINGOS E FESTAS.
4.
HONRAR PAI E MÃE.
5.
NÃO MATARÁS.
6.
NÃO PECAR CONTRA A CASTIDADE.
7.
NÃO FURTAR.
8.
NÃO LEVANTAR FALSO TESTEMUNHO.
9.
NÃO DESEJAR A MULHER DO PRÓXIMO.
10.
NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS.
ROMANOS
1:1-32
1Paulo,
servo de Cristo Jesus, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de
Deus, 2o qual foi prometido por ele de antemão por meio dos seus profetas nas
Escrituras Sagradas, 3acerca de seu Filho, que, como homem, era descendente de
Davi, 4e que mediante o Espírito de santidade foi declarado Filho de Deus com
poder, pela sua ressurreição dentre os mortos: Jesus Cristo, nosso Senhor. 5Por
meio dele e por causa do seu nome, recebemos graça e apostolado para chamar
dentre todas as nações um povo para a obediência que vem pela fé. 6E vocês
também estão entre os chamados para pertencerem a Jesus Cristo.
7A
todos os que em Roma são amados de Deus e chamados para serem santos:
A
vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.
PAULO ANSEIA VISITAR A IGREJA EM ROMA
8Antes
de tudo, sou grato a meu Deus, mediante Jesus Cristo, por todos vocês, porque
em todo o mundo está sendo anunciada a fé que vocês têm. 9Deus, a quem sirvo de
todo o coração pregando o evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como
sempre me lembro de vocês 10em minhas orações; e peço que agora, finalmente,
pela vontade de Deus, me seja aberto o caminho para que eu possa visitá-los.
11Anseio
vê-los, a fim de compartilhar com vocês algum dom espiritual, para fortalecê-los,
12isto é, para que eu e vocês sejamos mutuamente encorajados pela fé. 13Quero
que vocês saibam, irmãos, que muitas vezes planejei visitá-los, mas fui
impedido até agora. Meu propósito é colher algum fruto entre vocês, assim como
tenho colhido entre os demais gentios.
14Sou
devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes. 15Por
isso estou disposto a pregar o evangelho também a vocês que estão em Roma.
16Não
me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo
aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego. 17Porque no evangelho é
revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como
está escrito: “O justo viverá pela fé”.
A IRA DE DEUS CONTRA A HUMANIDADE
18Portanto,
a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens
que suprimem a verdade pela injustiça, 19pois o que de Deus se pode conhecer é
manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. 20Pois desde a criação do
mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina,
têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de
forma que tais homens são indesculpáveis; 21porque, tendo conhecido a Deus, não
o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos
tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se. 22Dizendo-se
sábios, tornaram-se loucos 23e trocaram a glória do Deus imortal por imagens
feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes
e répteis.
24Por
isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu
coração, para a degradação do seu corpo entre si. 25Trocaram a verdade de Deus
pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do
Criador, que é bendito para sempre. Amém.
26Por
causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram
suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. 27Da mesma
forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se
inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes,
homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua
perversão.
28Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam. 29Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, 30caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; 31são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis. 32Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam.
O SENHOR CONHECE OS CAMINHOS QUE ESTÃO À DIREITA; PORÉM OS QUE ESTÃO À ESQUERDA SÃO CAMINHOS DE PERDIÇÃO
QUE APROVEITA AO HOMEM GANHAR O MUNDO INTEIRO SE CHEGAR A PERDER A SUA ALMA?
ENTREM PELA PORTA ESTREITA
POIS LARGA É A PORTA
E AMPLO O CAMINHO
QUE LEVA À PERDIÇÃO
E SÃO MUITOS OS QUE
ENTRAM POR ELA
"NÃO FOSTES CRIADOS
PARA VIVER COMO BESTAS
MAS PARA PERSEGUIR
A VIRTUDE E O
CONHECIMENTO"
O ódio do bem
O conluio do bem
A mentira do bem
A dissimulação do bem
A perseguição do bem
A calúnia do bem
A traição do bem
A sabotagem do bem
A corrupção do bem
O roubo do bem
A feitiçaria do bem
Os demônios do bem
O satanismo do bem
NOOOOSSA
Que maravilha
Quanta bondade!!!
Raça de víboras
Vocês amaram mais as trevas
Do que a luz!!!
EDUCAÇÃO SEM REFLEXÃO
É PURA ESQUERDOPATIA
Os acadêmicos e universitários
De mente científica
Analítica
E muito questionadora
Negam radicalmente
A existência de Deus
Em contrapartida
Acreditam cegamente
Na inocência do ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva
A alma mais honesta
Do Brasil
Não é bom
Para a saúde mental
Dos educadores
E muito menos
Para o desenvolvimento
Cognitivo comportamental
Dos educandos
Transgredir
A veracidade dos fatos
Infringir
O raciocínio lógico
Violar
O senso crítico
E por fim
Censurar
A liberdade de expressão
Não obstante
Por que insistir estupidamente
Com a ideologia comunista
Ou pedagogia marxista
(Doutrinação)
Uma vez que
Intrinsecamente
Moralmente
E factualmente
Não é capaz de
Transformar
Iluminar
E libertar
O próprio
Revolucionário???
Eis o cúmulo do absurdo:
Insistir com uma revolução
Que não revoluciona
O próprio revolucionador
Sejamos francos e diretos:
Ou é muita burrice
Ou é muita canalhice
O ateísmo e o materialismo
São filhos do erro e da ignorância
Da imoralidade e da corrupção
O marxismo
O comunismo e o socialismo
Com outras palavras
A inveja, a ganância e a trapaça
São três atitudes mentais
Incompatíveis
Com a realização
Do reino dos céus
Em Deus, o culto racional
Não há dialética da falsidade
Dissimulação e hipocrisia
Porém a revelação sublime
Do Espírito da Verdade
É óbvio e indiscutível
Para qualquer pessoa sensata
Que o fim do conflito
Entre o opressor e o oprimido
A velha luta de classes
Se dará unicamente
Com o advento
Da gestação
Do Homem Novo
Mas para que este evento
De natureza crística ocorra
É indispensável e urgente
Estabelecer o autoconhecimento
Como base para a educação
A educação
Sem o conhecimento de si mesmo
Se não for um vergonhoso
Pão-com-mortadela
(Militância política)
É sem sombra de dúvida
Um edifício belo e grandioso
Todavia sem nenhum alicerce
(Ativismo judicial)
"E desceu a chuva
E correram rios
E assopraram ventos
E combateram aquela casa
E caiu
E foi grande a sua queda"
Carinhosamente
E com infinito amor
A Todes Querides Amigues
O Terrível Adestrador
"A instrução ensina o homem a descobrir as leis da natureza, isto é, a ciência; mas a educação leva o homem a criar valores dentro de si mesmo."
Huberto Rohden
Coleção Filosofia Universal
https://drive.google.com/file/d/1NOlafedLXA5j-bIe3np6MVCInkWK2ENp/view?usp=sharing
O Espírito da Filosofia Oriental05.09.2019
Coleção Filosofia do Evangelho
O Triunfo da Vida sobre a Morte
Coleção Filosofia da Vida
https://drive.google.com/file/d/18rw25pak8pVRQabczLMUg7Jcyhczj3zI/view?usp=sharing
Porque Sofremos
https://drive.google.com/file/d/1JkQCwC-IPc2DF6wraxl2oc7sP7DyoGJ4/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/14uvx4sM4gIdJ2hp-RvLkzHRAY2iyzgx4/view?usp=sharing
Luzes e Sombras da Alvorada20.08.2019
https://drive.google.com/file/d/1xriXdfOPFhFCEfqDczAPyjx11_oqlyab/view?usp=sharing
Rumo à Consciência Cósmica16.09.2019
https://drive.google.com/file/d/1J2D8ZisXRNdsWXIp8QOAAxcqRGUYzSsK/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1blCOxiQ6IhREY6MKii2kkiO6HC83og7n/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/13DWoDZNdS6B4FuzhjV8jWOQxd7yBHcuI/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1DqUyNlkfO6qADFfYevs1b_38OyFPKC5H/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZaE5kdnBYVlMxeUU/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZMkxCdlNmVVctZ00/view?usp=sharing
Em Espírito e Verdade*
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZWkhNNnNHQjVYRU0/view?usp=sharing
Novo Testamento NOVO!!! 29.05.2021
https://drive.google.com/file/d/1nEsZ8zxtZU42M8Q48Z7_RAC593F8i5kp/view?usp=sharing
Primeira Epístola de São Pedro NOVO!!! 23.06.2020
Segunda Epístola de São Pedro NOVO!!! 23.06.2020
Primeira Epístola de São João NOVO!!! 25.06.2020
https://drive.google.com/file/d/1SijzKDMkw9qaWn6KVQxzoMGN-NxfU1UM/view?usp=sharing
Segunda e Terceira Epístola de São João NOVO!!! 26.06.2020
Coleção Mistérios da Natureza
https://drive.google.com/file/d/19HMkP2D92uvR4ejEqAEVkYgB5Y0HKNx7/view?usp=sharing
Coleção Biografias
https://drive.google.com/file/d/13Q5KVS-fyD6zfnKh1iIUBzVrJA11YXOI/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1aFJjdxh64TioWJqHiRCcXm7bFWhmKxuX/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1w--MzP_HSGmllizC4Ta3l5mp6m_Gv1XY/view?usp=sharing
Coleção Opúsculos
https://drive.google.com/file/d/1xpnPQ4eULYdYnZMn0Imb0SBwsOfr-0ao/view?usp=sharing
Pelo Prestígio da Bíblia
Swami Sivananda - O Poder do Pensamento pela Ioga NOVO!!! 08.12.2019
Zoraida H. Guimarães - Um Pilar de Luz no Cosmo - Huberto Rohden NOVO!!! 18.12.2019
Hazrat Inayat Khan - Filosofia, Psicologia e Misticismo NOVO!!! 15.02.2020
Rudolf Steiner - A Arte da Educação I
Rudolf Steiner - A Arte da Educação II
Rudolf Steiner - A Arte da Educação III
Rudolf Steiner - A Ciência Oculta
https://drive.google.com/file/d/120sGSxpAwj5BS0p0coM2xC1yerJVBdFr/view?usp=sharing
Rudolf Steiner - A Eterização do Sangue
Rudolf Steiner - Andar, Falar, Pensar
https://drive.google.com/file/d/1LZSUzIEXE78XPdsh_18qfQn3gxyi969G/view?usp=sharing
Rudolf Steiner - Educação na Puberdade (O Ensino Criativo)
Rudolf Steiner - O Evangelho Segundo Marcos
https://drive.google.com/file/d/1GoyRxMYXAIDklY2H9GIrOw_1_LfyeNg3/view?usp=sharing
Rudolf Steiner - O Portal da Iniciação
https://drive.google.com/file/d/1IpCLLl48xW11zqHm4sMVmizlqM8KVtnI/view?usp=sharing
Rudolf Steiner - Verdade e Ciência
https://drive.google.com/file/d/1X8AcbL6diGuwa3tlXdMaufEsOS_fefYH/view?usp=sharing
Trigueirinho - A Energia dos Raios em Nossa Vida
Trigueirinho - Hora de Crescer Interiormente
Trigueirinho - Caminhos para a Cura Interior
Trigueirinho - O Novo Começo do Mundo
Trigueirinho - A Nave de Noé
Trigueirinho - Aos que Despertam
Trigueirinho - O Livro dos Sinais
Trigueirinho - Viagem por Mundos Sutis
Paramhansa Yogananda
Yogananda - Como Ser Feliz o Tempo Todo
Ramatís
Obras psicografadas por Hercílio Maes
Ramatís - 03 - A Vida Além da Sepultura
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZVHFWYk8yN1Q4Sms/edit?usp=sharing
Ramatís - 04 - A Sobrevivência do Espírito
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZQmdwQWpGZjVuRVk/edit?usp=sharing
Ramatís - 05 - Fisiologia da Alma
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZOWJVZFpOMUVxVWc/edit?usp=sharing
Ramatís - 06 - Mediunismo
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZcGEySUIxYWhXZGM/edit?usp=sharing
Ramatís - 07 - Mediunidade de Cura
Ramatís - 08 - O Sublime Peregrino
Ramatís - 09 - Elucidações do Além
Ramatís - 10 - A Missão do Espiritismo
Ramatís - 11 - Magia de Redenção
Ramatís - 12 - A Vida Humana e o Espírito Imortal
Ramatís - 13 - O Evangelho à Luz do Cosmo
Ramatís - 14 - Sob a Luz do Espiritismo
Obras psicografadas por América Paoliello Marques
Ramatís - 15 - Mensagens do Grande Coração
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZQ21EUEhoOUlJQ2c/edit?usp=sharing
Ramatís - 16 - Brasil, Terra de Promissão
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZZnVEY3BndmJtV0E/edit?usp=sharing
Ramatís - 17 - Jesus e a Jerusalém Renovada
Ramatís - 18 - Evangelho, Psicologia, Ioga
Ramatís -19 - Viagem em Torno do Eu
Obras psicografadas por Maria Margarida Liguori
Ramatís - 20 - Momento de Reflexão Vol. 1
Ramatís - 21 - Momento de Reflexão Vol. 2
Ramatís - 22 - Momento de Reflexão Vol. 3
Ramatís - 23 - O Homem e o Planeta Terra
Ramatís - 24 - O Despertar da Consciência
Ramatís - 25 - Jornada de Luz
Ramatís - 26 - Em Busca da Luz Interior
Obra psicografada por Beatriz Bergamo
Obras psicografadas por Marcio Godinho
Ramatís - 28 - As Flores do Oriente
Ramatís - 29 - O Universo Humano
Ramatís - 30 - Resgate nos Umbrais
Obra psicografada por Hur Than De Shidha
Obras psicografadas por Norberto Peixoto
Ramatís - 33 - Chama Crística
Ramatís - 34 - Samadhi
Ramatís 40 - Diário Mediúnico
Ramatís - 41 - Mediunidade e Sacerdócio
Ramatís - 42 - O Triunfo do Mestre
W. W. da Matta e Silva
W. W. da Matta e Silva - Umbanda e o Poder da Mediunidade
W. W. da Matta e Silva - Umbanda de Todos Nós
Helena P. Blavatsky
Ísis Sem Véu
VOLUME I - CIÊNCIA I
Prefácio
Capítulo 1 - Coisas Velhas com Nomes Novos
Capítulo 2 - Fenômenos e Forças
Capítulo 3 - Condutores Cegos dos Cegos
Capítulo 4 - Teorias a Respeito dos Fenômenos Psíquicos
Capítulo 5 - O Éter ou Luz Astral
Capítulo 6 - Fenômenos Psicofísicos
Capítulo 7 - Os Elementos, os Elementais e os Elementares
Capítulo 8 - Alguns Mistérios da Natureza
VOLUME II - CIÊNCIA II
Capítulo 9 - Fenômenos Cíclicos
Capítulo 10 - O Homem Interior e Exterior
Capítulo 11 - Maravilhas Psicológicas e Físicas
Capítulo 12 - O Abismo Impenetrável
Jorge Elias Adoum
Jorge Adoum - As Chaves do Reino Interno
Jorge Adoum - A Magia do Verbo ou o Poder das Letras
Jorge Adoum - Poderes ou o Livro que Diviniza
Jorge Adoum - Rumo aos Mistérios
Jorge Adoum - O Reino ou o Homem Desvendado

Santiago Bovisio
Curso 3 - Vida Interior
https://drive.google.com/file/d/1vSNP3yJ0Tu_AHxjR5auOrsWCp3wUJkP8/view?usp=sharing
Curso 4 - Vida Espiritual de Cafh
Curso 11 - Cerimoniais, Orações e Hinos
Curso 13 - A Ascética da Oração
https://drive.google.com/file/d/1MC_xeRmbNKPaB17RnRCab0vC-xDQKffY/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1XT8VJPIv8lhJX4njrHFjs-Qr-QCn3ubp/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1H4LTTAKbq3HDPjgVRilln35sXwJo34B3/view?usp=sharing
Curso 17 - A Vocação Contemplativa
https://drive.google.com/file/d/1C11g77AqXzkvvYcOVd_uv5iV5cLoQZ4R/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1IKh-tVZRdJ3ugpAEcY9CoWgJG5Nbbj0a/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1VZw6f6PVkmtA5zsBCmUE62XSCvynEsaR/view?usp=sharing
Curso 22 - Métodos de Meditação
Curso 26 - História das Ordens Esotéricas
https://drive.google.com/file/d/1VES1iKFAHs5XF-lYx3ResxZOvebl5cLn/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1NfPTaEDLDEVQAVrPm1QHmF2G35qQOpHR/view?usp=sharing
Curso 31 - Teologia
https://drive.google.com/file/d/1euj9HCZGfWgU_7orZrGuQ5UInli1FU6M/view?usp=sharing
Curso 36 - O Devenir
Curso 37 - A Ciência da Vida
Curso 38 - A Aura Astral
Curso 39 - O Sistema Planetário
Curso 41 - As Rodas Etéreas
Curso 42 - Exercícios Mágicos
Curso 44 - Superiores de Comunidade
Curso 45 - Intimidade dos Perfeitos
Curso 46 - Interpretação para Ordenados de Comunidade
https://drive.google.com/file/d/1rKH8UBo6Peoir6s69V-vCo39peDtgWxf/view?usp=sharing
Curso 47 - Conferencias de Embalse
Francisco Cândido Xavier
Obras ditadas pelo espírito André Luiz
Chico Xavier - 1 - Nosso Lar
Chico Xavier - 2 - Os Mensageiros
Chico Xavier - 3 - Missionários da Luz
Chico Xavier - 4 - Obreiros da Vida Eterna
Chico Xavier - 5 - No Mundo Maior
Chico Xavier - 6 - Libertação
Chico Xavier - 7 - Entre a Terra e o Céu
Chico Xavier - 8 - Nos Domínios da Mediunidade
Chico Xavier - 9 - Ação e Reação
Chico Xavier - 10 - Evolução em Dois Mundos
Chico Xavier - 11 - Mecanismos da Mediunidade
Chico Xavier - 12 - Sexo e Destino
Chico Xavier - 13 - E a Vida Continua
Mabel Collins - Luz no Caminho
Krishnamurti - Aos Pés do Mestre
Papus
Papus - A Pedra Filosofal
https://drive.google.com/file/d/0B6bn6CL5zMVZME41ZDhSaS1HSVE/view?usp=sharing
Papus - A Reencarnação
Papus - Como Está Constituído o Ser Humano
O que é a Revolução WOKE que AVANÇA sobre o mundo DESCRISTIANIZADO?
https://www.youtube.com/watch?v=dAAq3Z5nVRU
Pessoas que se identificam como cães fazem protesto: IDEOLOGIA das ESPÉCIES
Infiltração na IGREJA: REPRESENTANTE do Brasil no SÍNODO em ROMA usa linguagem "inclusiva"
https://www.youtube.com/watch?v=PZ8ZVisVCGU
MST doutrina CRIANÇAS para o COMUNISMO
https://www.youtube.com/watch?v=u1fsWPnIWq0
HAMAS diz que CONQUISTARÁ ROMA e ANIQUILARÁ ISRAEL
https://www.youtube.com/watch?v=vfg615BgOXY
SATANISMO cresce no BRASIL: "IGREJA LUCIFERIANA" usa CRUZ INVERTIDA e zomba da QUARESMA
https://www.youtube.com/watch?v=MXcZcL5gj9c
PADRE em DEFESA do TERROR
https://www.youtube.com/watch?v=tGyf9DnNY9A&t=2s
BALANÇO do SÍNODO DA SINODALIDAE 2023! Quais serão os FRUTOS?
https://www.youtube.com/watch?v=2W1oMquAfAE
CARDEAL de São Paulo assusta católicos com PERSEGUIÇÃO à SANTA MISSA
https://www.youtube.com/watch?v=cyx4wZfokQs
O ENEM virou um exame de QI (QUOCIENTE DE IMBECILIDADE)
https://www.youtube.com/watch?v=SE6wsURivJA
E AGORA DOM ODILO?
https://www.youtube.com/watch?v=6iyca49WdG4
A ESQUERDA NÃO QUER A EXISTÊNCIA DE JUDEUS?
https://www.youtube.com/watch?v=ZTZ1_APBfYw
Profanação no Altar da Catedral de Brasília gera indignação: Orquestra Mundana e Pró-Palestina
https://www.youtube.com/watch?v=Bt_NNufqtf8
FILOSOFIA BOVINA
https://www.youtube.com/watch?v=nl4WcGkU5eI&t=6s
PAPA FRANCISCO remove DOM STRICKLAND por ser católico demais!
https://www.youtube.com/watch?v=DW-B6qfrTlw
CONFIRMADO: FRANCISCO É UM DELES! (29 de Agosto de 2019)
https://www.youtube.com/watch?v=8DWn8ESapr8
Escola ou antro de degeneração?
https://www.youtube.com/watch?v=awH1ypjUEBg
CULTO ASTECA dentro de IGREJA na ITÁLIA
https://www.youtube.com/watch?v=ikfzSi9yMHg
ATENÇÃO PAIS: Novo livro DOUTRINA Crianças nos Colégios
https://www.youtube.com/watch?v=QQZpwIqFKRg
CONAE 2024: O PLANO DO GOVERNO PARA EDUCAR SEUS FILHOS
https://www.youtube.com/watch?v=VbbaQ_MBL5w&t=0s
PASSOU DOS LIMITES!!!
https://www.youtube.com/watch?v=xYbPr7iTMsQ
FRATERNIDADE COMUNISTA E LGBTXYZCNBB
https://www.youtube.com/watch?v=3Rw4LMmZ6zY

ECLESIÁSTICO,
7
1.Não
pratiques o mal, e o mal não te iludirá.
2.Afasta-te
da injustiça, e a injustiça se afastará de ti.
3.Meu filho,
não semeies o mal nos sulcos da injustiça, e dele não recolherás o sétuplo.
4.Não peças
ao Senhor o encargo de guiar outrem nem ao rei um lugar de destaque.
5.Não te
justifiques perante Deus, pois ele conhece o fundo dos corações; não pretendas
parecer sábio diante do rei.
6.Não
procures tornar-te juiz, se não fores bastante forte para destruir a
iniquidade, para que não aconteça que temas perante um homem poderoso, e te
exponhas a pecar contra a equidade.
7.Não
ofendas a população inteira de uma cidade, não te lances em meio da multidão.
8.Não
acrescentes um segundo pecado ao primeiro, pois mesmo por causa de um só não
ficarás impune.
9.Não te
deixes levar ao desânimo.
10.Não
descuides de orar nem de dar esmola.*
11.Não
digas: “Deus há de considerar a quantidade de meus dons; quando os oferecer ao
Deus Altíssimo, ele há de aceitá-los”.
12.Não
zombes de um homem que está na aflição, pois há alguém que humilha e exalta:
Deus que tudo vê.
13.Não
inventes mentira contra teu irmão, não inventes nenhuma mentira contra teu
amigo.
14.Cuida-te
para não dizeres mentira alguma, pois o costume de mentir é coisa má.
15.Na
companhia dos anciãos, não sejas falador, não multipliques as palavras em tua
oração.
16.Não
abomines as tarefas penosas nem o labor da terra, que foi criado pelo
Altíssimo.
17.Não te
coloques no número das pessoas corrompidas,
18.lembra-te
de que a cólera não tarda.
19.Humilha
profundamente o teu espírito, pois o fogo e o verme são o castigo da carne do
ímpio.
20.Não
pratiques o mal contra um amigo que demora em te pagar, não desprezes por causa
do ouro um irmão bem-amado.
21.Não te
afastes da mulher sensata e virtuosa que te foi concedida no temor do Senhor;
pois a graça de sua modéstia vale mais do que o ouro.
22.Não
maltrates um escravo que trabalha pontualmente, nem o operário que te é
devotado.
23.Que o
escravo sensato te seja tão caro quanto a tua própria vida! Não o prives da
liberdade nem o abandones na indigência.
24.Tens
rebanhos? Cuida deles; se te forem úteis, guarda-os em tua casa.
25.Tens
filhos? Educa-os, e curva-os à obediência desde a infância.
26.Tens
filhas? Vela pela integridade de seus corpos, não lhes mostres um rosto por
demais jovial.
27.Casa tua
filha, e terás feito um grande negócio; dá-a a um homem sensato.
28.Se
tiveres mulher conforme teu coração, não a repudies, e não confies na que é
odiosa.
29.Honra teu
pai de todo o coração, não esqueças os gemidos de tua mãe;
30.lembra-te
de que sem eles não terias nascido, e faze por eles o que fizeram por ti.
31.Teme a
Deus com toda a tua alma, tem um profundo respeito pelos seus sacerdotes.
32.Ama com
todas as tuas forças aquele que te criou; não abandones os seus ministros.
33.Honra a
Deus com toda a tua alma, respeita os sacerdotes; (nos sacrifícios)
oferece-lhes as espáduas.
34.Dá-lhes,
como te foi prescrito, a parte das primícias e das vítimas expiatórias;
purifica-te de tuas omissões com pequenas (oferendas);
35.oferece
ao Senhor os dons das espáduas, os sacrifícios de santificação e as primícias
das coisas santas.
36.Estende a
mão para o pobre, a fim de que sejam perfeitos teu sacrifício e tua oferenda.
37.Dá de boa
vontade a todos os vivos, não recuses esse benefício a um morto.*
38.Não
deixes de consolar os que choram, aproxima-te dos que estão aflitos.
39.Não
tenhas preguiça de visitar um doente, pois é assim que te firmarás na caridade.
40.Em tudo o
que fizeres, lembra-te de teu fim, e jamais pecarás.
BÍBLIA AVE
MARIA
Versículos
relacionados com Eclesiástico, 7:
Eclesiástico
7 contém uma série de conselhos práticos e morais sobre como viver uma vida
justa e virtuosa, incluindo a importância de ter temor a Deus, evitar o orgulho
e a inveja, e buscar a sabedoria. Abaixo estão cinco versículos relacionados
com esses temas:
Provérbios
22:4: "A recompensa da humildade e do temor do Senhor é riqueza, honra e
vida." Este versículo destaca a importância do temor a Deus e da
humildade, que são temas abordados em Eclesiástico 7.
Tiago 3:13:
"Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de conduta as
suas obras, em sabedoria." Esse verso incentiva as pessoas a demonstrarem
sabedoria através de suas ações e comportamento.
Provérbios
27:4: "O furor é cruel, a ira é como uma inundação, mas quem é capaz de
resistir à inveja?" Este verso adverte contra a inveja, um tema abordado
em Eclesiástico 7.
Provérbios
3:5-6: "Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu
próprio entendimento; em todos os seus caminhos, reconheça-o, e ele endireitará
as suas veredas." Esse versículo destaca a importância de confiar em Deus
e buscar sua orientação em todos os aspectos da vida.
Provérbios 4:7: "A sabedoria é a coisa principal, adquire, pois, a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento." Este verso incentiva a busca pela sabedoria, um tema central em Eclesiástico 7.
Sagrado Coração de Jesus
PROMESSA
DE GRAÇAS POR INTERCESSÃO DA IRMÃ MARIA DO DIVINO CORAÇÃO
«Fica
sabendo, Minha filha, que da caridade do Meu Coração, quero fazer descer
torrentes de graças através do teu coração para dentro do coração dos outros. É
esta a razão porque hão-de dirigir-se com confiança a ti; não são as tuas
qualidades, mas sou Eu mesmo a causa disso. Nunca ninguém que se encontrar
contigo se afastará sem que a sua alma seja de qualquer maneira consolada,
aliviada ou santificada, ou sem haver recebido alguma graça, nem até o mais
endurecido pecador… dele depende aproveitar-se desta graça.»
"Nunca
pude separar a devoção ao Coração de Jesus da devoção ao Santíssimo Sacramento;
e nunca serei capaz de explicar como e quanto o Sagrado Coração de Jesus se
dignou favorecer-me no Santíssimo Sacramento da Eucaristia".
Levítico 19:2
Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Sereis santos; porque eu o SENHOR vosso Deus sou santo.
1 Pedro 1:15-16
Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em
toda a vossa maneira de viver. Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu
sou santo.
1 Tessalonicenses 4:7
"Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a
santidade."
Romanos 12:1-2
"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que
apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; que é o
vosso culto racional."
Efésios 5:3
"Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual como também de nenhuma espécie de impureza e de cobiça; pois essas coisas não são próprias para os santos."
Hebreus 12:14
"Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos;
sem santidade ninguém verá o Senhor."
2 Coríntios 7:1
"Amados, visto que temos essas promessas, purifiquemo-nos de tudo o que contamina o corpo e o espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus."
Levítico 20:7
"Consagrem-se, pois, e sejam santos, porque eu sou o Senhor, o
Deus de vocês."
Efésios 1:4
"Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para
sermos santos e irrepreensíveis em sua presença."
1 Pedro 2:9
"Mas vocês são a geração eleita, o sacerdócio real, a nação
santa, o povo de propriedade exclusiva de Deus, para que proclamem as grandezas
daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz."
Romanos 6:19
"Assim como vocês ofereceram os membros do seu corpo em
escravidão à impureza e à maldade que leva à maldade, ofereçam-nos agora em
escravidão à justiça que leva à santidade."
Colossenses 1:21-22
"Antes vocês estavam separados de Deus e, na mente de vocês,
eram inimigos por causa do mau procedimento de vocês. Mas agora ele os
reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para apresentá-los
diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação."
1 Coríntios 6:19-20
"Não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo
que habita em vocês, proveniente de Deus? E que vocês não são de vocês mesmos?
Porque foram comprados por preço. Portanto, glorifiquem a Deus no corpo de
vocês."
Hebreus 10:14
"Porque com uma única oferta ele aperfeiçoou para sempre os
que estão sendo santificados."
1 Tessalonicenses 4:3-5
"A vontade de Deus é que vocês sejam santificados:
abstenham-se da imoralidade sexual. Cada um saiba controlar o seu próprio corpo
de maneira santa e honrosa."
Romanos 12:2
"Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela
renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a
boa, agradável e perfeita vontade de Deus."
Apocalipse 22:11
"Quem é injusto, faça injustiça ainda; quem é sujo, fique sujo ainda; quem é justo, pratique a justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda."
Salmo 30:4: "Cantai louvores ao Senhor, vós que sois seus
santos, e dai graças ao seu santo nome."
Isaías 35:8: "E haverá ali uma vereda, um caminho, e será
chamado Caminho de Santidade; o imundo não passará por ele."
A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da
imoralidade sexual.
Cada um saiba controlar o próprio corpo de maneira santa e honrosa,
não com a paixão de desejo desenfreado, como os pagãos que
desconhecem a Deus.
Neste assunto, ninguém prejudique a seu irmão nem dele se
aproveite. O Senhor castigará todas essas práticas, como já lhes dissemos e
asseguramos.
Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade.
Portanto, aquele que rejeita estas coisas não está rejeitando o
homem, mas a Deus, que lhes dá o seu Espírito Santo.
QUEM SERÁ O PRÓXIMO PAPA
https://www.youtube.com/watch?v=vFF84nWXekc
POR QUE O PROÓXIMO PAPA SERÁ INVÁLIDO
https://www.youtube.com/watch?v=R9f9s3x38t8&t=21s
O GOLPE CONTRA BENTO XVI
https://www.youtube.com/watch?v=qPZEBGCZSG8
O CONTRA GOLPE DE BENTO XVI

















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PRIMEIRO SERMÃO
ResponderExcluir1. Da incerteza e brevidade da vida
É, na verdade, pensamento certíssimo, meus irmãos, que “a vida do homem sobre a terra é uma tentação” (Jó 7, 1). Ela é incerta e nos ilude de múltiplas maneiras; e, para mais eficazmente nos enganar, assume diversas formas e variadas vozes. Ora afirma, ora nega, sem pudor. A uns fala de um modo, a outros de outro acerca de sua duração; mais ainda: frequentemente, aos mesmos homens dirige discursos diversos e até contrários, conforme a mutabilidade dos tempos.
Ora deplora a sua brevidade, ora se apresenta como mais longa do que realmente é. Quando o pecado ainda seduz, lamenta profundamente que seja breve. Essa brevidade é, de fato, demasiadamente real; mas tais lamentos são desordenados, pois aquilo que ela reconhece deveria antes enchê-la de alegria do que de tristeza.
Com efeito, se persevera em seus desvios, seria de desejar que a necessidade pusesse termo aos seus pecados, já que a vontade não o faz. Melhor é morrer prontamente a morte do corpo do que permanecer continuamente na morte da alma; e, para quem assim vive, teria sido preferível não ter nascido.
A consideração da brevidade da vida deve ser para nós remédio, não incitamento ao pecado, conforme a Escritura: “Lembrai-vos de vossos fins últimos e jamais pecareis” (Eclesiástico 7, 40).
Mas, se o pecado firmou em vós o seu domínio — ou melhor, se vos compraz tanto a servidão do pecado que lamentais não poder prolongá-la — e se amais o caminho largo por onde correis, desejando estendê-lo quanto vos seja possível, sabei que, queirais ou não, o seu termo se aproxima.
Vós, porém, estais longe do Reino de Deus; e reconhecereis que firmastes aliança com a morte e pacto com o inferno.
Observações teológicas e estilísticas: “tentação” (Jó 7, 1): mantida no sentido clássico de prova e combate espiritual (tentatio), não reduzida a mera inclinação psicológica. Unidade terminológica preservada ao longo do texto: “alma”, “pecado”, “servidão”, “caminho largo”. A expressão “morte da alma” foi conservada literalmente, conforme o uso tradicional da teologia espiritual. A cadência retórica permanece fiel ao original, com as alternâncias (“ora… ora…”) e os paralelismos próprios da pregação. Quanto ao alinhamento com o latim subjacente: via lata foi traduzido por “caminho largo”; melius erat si natus non fuisset por “teria sido preferível não ter nascido”; foedus cum morte por “aliança com a morte”.
ResponderExcluirNota espiritual: O texto conduz da ilusão à verdade: desmascara a instabilidade da vida e o engano do pecado; mostra que a brevidade da vida é graça medicinal, não desgraça; denuncia a servidão voluntária ao pecado; e culmina num apelo urgente à conversão. A alma é colocada diante de uma escolha: permanecer na ilusão do tempo ou despertar para a eternidade.
ResponderExcluir2. Da solidão da soberba e da aridez da alma
ResponderExcluirDiz o Profeta: “Erraram na solidão, em lugares sem água, e não encontraram o caminho de uma cidade onde pudessem habitar” (Salmos 106, 4). Essa solidão é a solidão da soberba; pois os soberbos consideram-se como estando sós e não desejam senão isto: parecer únicos.
Se alguém é instruído nas letras, não admite companheiro; se é hábil nos negócios do mundo, quer ser sem igual; se possui riquezas, entristece-se ao ver outros adquiri-las; se é forte ou de bela aparência, não lhe mostreis quem se lhe assemelhe, pois se consumiria de inveja. Caminha só — mas por via errônea; perde-se em sua própria solidão, pois não é dado ao homem habitar sozinho sobre a terra.
Não é de admirar que o Profeta acrescente que tal solidão é um lugar sem água, dizendo: “na solidão, em lugares onde não há água”. Assim como a água falta ordinariamente nos desertos, tornando-os áridos e estéreis, assim também, onde reina a soberba, não se encontra senão a impenitência.
O coração que se exalta torna-se duro: carece de piedade, carece de compunção, e está privado de todo orvalho da graça espiritual; pois “Deus resiste aos soberbos, mas concede a sua graça aos humildes” (Tiago 4, 6). Ele faz brotar fontes nos vales e correr as águas entre os montes (Salmos 103, 11).
Por isso o salmista, em outro lugar, gemendo sobre o seu estado, dizia: “Minha alma está diante de vós como terra sem água” (Salmos 142, 6). A ausência de água torna um lugar não só árido, mas também impuro, pois lhe falta o meio de purificação; assim também o coração do homem que não conhece as lágrimas é necessariamente duro — e, mais ainda, impuro.
“Lavarei cada noite o meu leito”, diz o Profeta, “regarei o meu leito com minhas lágrimas” (Salmos 6, 7), para que se apaguem as manchas da consciência e não se cumpra em mim o que está escrito da semente que caiu sobre a pedra e, tendo germinado, secou por falta de umidade.
Observações teológicas e estilísticas: “Soberba” (orgueil) foi mantido conforme o padrão terminológico fixo, evitando-se “orgulho”, para preservar a precisão ascética do termo. “Compunção” permanece como vocábulo técnico da espiritualidade monástica (compunctio cordis), indicando não mera tristeza, mas dor salutar do coração diante de Deus. O campo simbólico da água é conservado integralmente: água como figura da graça, das lágrimas e da vida espiritual que fecunda a alma. Os paralelismos retóricos foram mantidos (“se é…, não…”), assegurando a cadência própria da pregação. Observa-se ainda o alinhamento com o latim subjacente: solitudo superbiae traduzido por “solidão da soberba”; terra sine aqua por “terra sem água”; e lacrimae compreendidas como lágrimas purificadoras da consciência.
ResponderExcluirNota espiritual: O texto manifesta com clareza uma verdade decisiva: a soberba isola, o isolamento torna a alma estéril, e a esterilidade priva da graça. Onde não há humildade, não há água; onde não há lágrimas, não há purificação. Assim, o caminho de retorno se apresenta sem ambiguidade: humildade sincera, compunção do coração e abertura dócil à graça divina.
ResponderExcluir3. Do extravio fora do caminho e da ilusão da falsa vida
ResponderExcluir“Erraram na solidão, em lugares sem água, e não encontraram o caminho de uma cidade onde pudessem habitar” (Salmos 106, 4). Sim, erraram — não por um caminho, mas fora de todo caminho; pois o caminho largo não é caminho. O que é próprio do caminho é a retidão; a largura convém antes às planícies do que às veredas. Estar só em um caminho é já torná-lo largo; mas, onde não há via traçada, tudo se torna caminho.
Tal é a vida entregue aos vícios: dilata-se à direita e à esquerda em vastos espaços, por carecer de limites. E, na verdade, nem sequer merece o nome de vida, pois conduz à morte, conforme a palavra do Apóstolo: “Se viverdes segundo a carne, morrereis” (Romanos 8, 13). Assim também o caminho que se desvia em circuitos não é verdadeiramente caminho; tal é o dos ímpios, como diz o salmista: “Os ímpios caminham em círculo” (Salmos 11, 9).
Esse é o caminho espaçoso, que nenhuma medida contém; é o vosso, onde já não há lei nem transgressão. Por isso a vida, em sua incerteza, ainda se queixa de sua brevidade aos filhos da incredulidade, que se entregaram inteiramente às voluptuosidades do corpo e às próprias vontades, para que, reconhecendo que têm pouco tempo, se lancem com tanto maior ímpeto em toda espécie de pecados, à semelhança daqueles de quem fala o Sábio: “Não deixemos passar a flor do tempo; coroemo-nos de rosas antes que murchem; não haja lugar algum onde nossas paixões não se derramem; que nenhum espaço fique isento de nossos excessos; deixemos por toda parte os sinais de nossos desregramentos; pois tal é a nossa parte e a nossa herança” (Sabedoria 2, 7–9). Ou ainda: “Comamos e bebamos, pois amanhã morreremos” (Sabedoria 2, 6).
Mas a justiça lhes responderá: aqueles que não encontraram o caminho que conduz a uma cidade onde se possa habitar não possuem aqui cidade permanente; e, quanto mais se apressam em pecar, tanto mais manifestam a sua insensatez. Com efeito, quando começam a tremer diante da morte que se aproxima e a temer o juízo terrível que os espera, se então a vida — apesar de sua incerteza — lhes parece longa, são enganados: pois aquela mesma vida que julgavam breve para o pecado lhes parece agora suficientemente longa para nele perseverarem, imaginando ainda dispor de tempo para fazer penitência.
Mas, assim como os primeiros, se não se converterem, caem nos males que temem — e em males ainda maiores —, pois não somente veem passar com espantosa rapidez os dias do pecado, mas também lhes seguem dias, ou antes, uma eternidade de suplícios; assim também aqueles que tinham nos lábios palavras de paz e segurança verão cair subitamente sobre si a morte, que não lhes permitirá sequer alcançar a metade dos dias com que se iludiam, nem cumprir o tempo que a si mesmos haviam prometido.
Observações teológicas e estilísticas: “caminho largo não é caminho”: preserva-se a oposição clássica entre via lata e via recta (Mateus 7, 13), mantendo a força paradoxal da expressão. A noção de vida que não é vida permanece fiel ao eco patrístico segundo o qual viver segundo a carne equivale à morte espiritual. A expressão “caminhar em círculo” traduz com exatidão in circuitu ambulant, indicando errância sem direção salvífica. Conserva-se a unidade terminológica já estabelecida ao longo da obra, especialmente quanto a “pecado”, “alma” e “penitência”, com a soberba implícita no encadeamento anterior. Os períodos longos e encadeados foram mantidos, a fim de preservar a cadência própria da pregação e a progressão retórica do argumento.
ResponderExcluirNota espiritual: O texto aprofunda o drama da alma afastada de Deus: o homem, fora do caminho, imagina-se livre, mas essa liberdade não passa de dispersão; e aquilo que chama vida é, na verdade, uma morte disfarçada. A ilusão manifesta-se de duplo modo: julga ter pouco tempo para o pecado e, por isso, entrega-se a ele com maior ímpeto; julga ter muito tempo para a penitência e, por isso, adia a conversão. Assim, perde ao mesmo tempo o caminho, o tempo e a eternidade.
ResponderExcluir4. Do santo temor e da esperança da glória
ResponderExcluirQuanto a vós, meus irmãos, não temo nem a vã tristeza diante da brevidade da vida — que é real —, nem as ilusórias esperanças fundadas numa duração que não existe; pois me é certo que já começastes a entrar nos caminhos que conduzem à cidade onde podereis fixar a vossa morada, e que não andais por sendas incertas, mas pela verdadeira via. Contudo, temo por vós outra coisa: não que a vida vos iluda pela aparência de sua duração, mas que, em vez de vos ser motivo de consolação por sua própria brevidade, se torne para vós causa de tristeza.
Sim, temo que, considerando longo ainda o tempo que vos resta e a extensão do caminho a percorrer, vossa alma se deixe cair no desânimo e desfaleça diante de fadigas tão grandes e tão prolongadas. Mas as consolações divinas derramam alegria na alma dos eleitos na medida de suas provações. Agora, são-nos concedidas como que com medida; mas, depois, já não serão consolações, e sim delícias sem fim, que encontraremos à direita do Senhor.
Suspiremos, pois, meus irmãos, por essa direita que nos há de acolher; suspiremos por essas delícias; e que o ardor de nossos desejos nos faça parecer breves os dias que ainda nos restam — dias que, em verdade, passarão rapidamente. “Os sofrimentos da vida presente não têm proporção com a glória que um dia será revelada em nós” (Romanos 8, 18). Que promessa suave e digna de todos os nossos anseios!
Não estaremos ali como espectadores vazios; e essa glória não será algo exterior a nós, mas estará em nós. Veremos Deus face a face — não fora de nós, mas em nós; pois Ele será tudo em todos. E, se a própria terra deve ser cheia dessa glória, com quanto maior razão a alma será dela repleta! “Seremos saciados com os bens de vossa casa” (Salmos 64, 5).
E por que afirmar que a glória de Deus não apenas brilhará diante de nós, mas em nós? Porque, se já agora ela habita em nós, então será plenamente manifestada em nós; pois, no presente, somos filhos de Deus, mas aquilo que haveremos de ser ainda não se revelou.
Observações teológicas e estilísticas: O tema central desloca-se da denúncia para a consolação e a exortação perseverante, mantendo a continuidade interna do discurso espiritual. A imagem do “caminho” que conduz à “cidade” prolonga coerentemente o simbolismo anterior (via → civitas), reforçando a ideia de peregrinação ordenada ao termo eterno. A expressão “à direita do Senhor” é conservada como símbolo bíblico da bem-aventurança e da glória. A noção de glória “em nós” exprime uma teologia forte de participação, em consonância com o motivo paulino de Deus omnia in omnibus. Preserva-se ainda um equilíbrio espiritual rigoroso: evita-se tanto o desespero diante das fadigas quanto a ilusão de um tempo prolongado. Mantém-se a unidade terminológica da obra, sobretudo quanto a “alma”, “graça” (implícita), “perseverança” e “glória”.
ResponderExcluirNota espiritual: O texto assinala uma mudança decisiva: da advertência passa-se à consolação; do temor, à esperança; da queda, à perseverança. O perigo já não é o pecado manifesto, mas o desânimo no caminho espiritual. A resposta proposta é clara: intensificar o desejo, fixar o olhar na glória futura e transformar o peso do caminho em esperança. Assim, a alma que deseja com ardor encurta o tempo e, de algum modo, antecipa a eternidade.
ResponderExcluir5. Do Espírito recebido de Deus e da herança dos filhos
ResponderExcluirMeus irmãos, se não recebemos o espírito deste mundo, mas o Espírito que procede de Deus, conheçamos então aquilo que Deus nos concedeu. E, para dizê-lo em uma só palavra: Ele nos deu tudo.
E, se não quereis crer em mim, crede ao menos no Apóstolo, que vos diz: “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará também com Ele todas as coisas?” (Romanos 8, 32).
Tal é a dignidade dos filhos de Deus, concedida àqueles que o receberam; tal é a glória reservada a cada um dos fiéis — glória própria dos filhos adotivos do Pai —, glória que nos é dada por Aquele cuja glória contemplamos: a glória do Filho unigênito do Pai.
E quanto ao poder concedido a esses filhos, ouvi o que Ele mesmo declara: “Tudo é possível àquele que crê” (Marcos 9, 23).
Observações teológicas e estilísticas: A oposição entre “Espírito deste mundo” e “Espírito que vem de Deus” é conservada em sua integridade paulina (spiritus mundi × Spiritus ex Deo), preservando o contraste essencial entre a ordem decaída e o dom divino. A expressão “Ele nos deu tudo” mantém a radicalidade teológica da filiação, sublinhando a plenitude do dom recebido em Deus. Conserva-se “Filho unigênito” em vez de “único Filho”, por sua maior densidade litúrgica e patrística. O tema da adoção filial permanece central, segundo a espiritualidade bernardina, na qual os fiéis participam, por graça, da própria glória do Filho. A cadência breve e luminosa do trecho foi respeitada, favorecendo um tom mais contemplativo do que exortativo.
ResponderExcluirNota espiritual: Depois de tratar da luta, da perseverança e da esperança, o sermão eleva a alma à contemplação do dom recebido. O cristão não recebeu apenas auxílio, mas o próprio Espírito de Deus; não recebeu apenas um socorro exterior, mas a filiação; não recebeu apenas promessas, mas a própria glória em germe; não recebeu apenas dons particulares, mas, em Cristo, todas as coisas. A alma é, assim, chamada a abandonar toda mentalidade de pobreza espiritual e a reconhecer a grandeza da graça que lhe foi concedida. Quem recebeu o Filho já recebeu, em si, o princípio da eternidade.
ResponderExcluir6. De como todas as coisas concorrem para o bem dos que amam a Deus
ResponderExcluirMas direis talvez: “Ainda há muitas coisas que me afligem profundamente; muitas que me são manifestamente contrárias. Como afirmar, então, que tudo me foi dado, quando quase nada parece conformar-se aos meus desejos?” Há, de fato, certas coisas que parecem estar a nosso serviço; contudo, só nos são úteis se primeiro nos dispusermos a servi-las nós mesmos. Assim sucede com os animais destinados ao nosso trabalho: se não os criamos, domamos e alimentamos, de nada nos aproveitam.
A própria terra, que deveria tratar-nos como irmãos, não nos concede o pão senão ao suor de nosso rosto; e, mesmo depois de cultivada, ainda produz espinhos e abrolhos. O mesmo se dá com todas as demais coisas: se as considerarmos atentamente, veremos que exigem de nós mais serviço do que aquele que nos prestam; sem falar daquelas que parecem continuamente ameaçar-nos — o fogo para nos consumir, a água para nos submergir, as feras para nos devorar. Sim, tudo isso é verdadeiro.
Contudo, nem por isso deixa de ser verdadeira a palavra do Apóstolo, que em outro lugar fala ainda mais claramente: “Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus e foram chamados segundo o seu desígnio” (Romanos 8, 28). Notai cuidadosamente: o Apóstolo não diz que tudo se conforma à nossa vontade, mas que tudo coopera para o nosso bem.
As coisas não existem para satisfazer a nossa vontade, mas para servir à nossa utilidade; não ao nosso prazer, mas à nossa salvação; não aos nossos desejos, mas ao nosso verdadeiro bem. E é tão certo que tudo coopera para o nosso bem que até mesmo se contam entre essas coisas aquelas que, propriamente falando, não possuem ser, mas são corrupção do ser: as aflições, a enfermidade, a morte e até o próprio pecado.
Quanto ao pecado, quem ousará negar que pode servir ao bem daquele que cai, quando o torna mais humilde, mais fervoroso, mais vigilante, mais cheio de santo temor e mais prudente?
Observações teológicas e estilísticas: A expressão “Tudo concorre para o bem” conserva a formulação clássica paulina (omnia cooperantur in bonum), mantendo sua densidade doutrinal. Permanece clara a distinção espiritual fundamental: Deus não ordena todas as coisas à nossa vontade, mas à nossa salvação. A noção de “corrupção do ser” reflete a tradição agostiniana, segundo a qual o mal não possui substância própria, sendo antes privação do bem (privatio boni). O tratamento do pecado é cuidadosamente mantido: o texto não o exalta, mas evidencia a ação providencial da graça que, por meio dele, humilha e reconduz o pecador. A expressão “santo temor” preserva a nuance espiritual de timoratus, mantendo o tom ascético e tradicional.
ResponderExcluirNota espiritual: O texto conduz a alma a uma profunda transformação do olhar. O homem carnal interroga-se por que as coisas não se conformam aos seus desejos; o homem espiritual aprende que tudo é ordenado por Deus ao seu verdadeiro bem. Mesmo as aflições, as enfermidades, os fracassos e as quedas podem tornar-se instrumentos de humildade e de conversão. A alma começa, então, a compreender que Deus não promete um conforto terreno absoluto, mas promete conduzir todas as coisas à salvação daqueles que o amam. Nada escapa à Providência, nem mesmo a fraqueza do homem.
ResponderExcluir7. Das primícias da glória e do peso eterno da bem-aventurança
ResponderExcluirEstas são as primícias do Espírito e do Reino: um antegozo da glória, o início do poder e, por assim dizer, as arras da herança de nosso Pai. Mas, quando chegarmos ao estado perfeito, o que é imperfeito desaparecerá (Primeira Carta aos Coríntios 13, 10); então tudo se realizará segundo o verdadeiro desejo da alma, e o útil e o agradável estarão inseparavelmente unidos. Então começará a manifestar-se aquele incomparável peso de glória, do qual o Apóstolo disse: “O breve e leve sofrimento desta vida produz em nós um peso eterno de soberana e incomparável glória” (Segunda Carta aos Coríntios 4, 17).
Continuai, pois, agora a murmurar e a dizer: “Este momento é longo e pesado; não posso suportar males tão cruéis e tão prolongados.” O Apóstolo, porém, chama leves e momentâneos aos sofrimentos que padeceu. E vós ainda não recebestes, por cinco vezes, os trinta e nove açoites dos judeus; não passastes um dia e uma noite no abismo do mar; não trabalhastes mais do que todos; nem ainda resististes até ao derramamento do sangue. Vede, portanto, quão indignos de comparação são os sofrimentos presentes diante da glória futura.
O tempo da tribulação é breve e leve; mas o peso da glória é eterno, e essa mesma glória ultrapassa toda medida nos mais altos céus. Por que medir por dias e anos aquilo que é apenas transitório? Uma hora passa, e a pena passa com ela; sucedem-se mais do que se acumulam.
Não assim a glória, nem a recompensa, nem o prêmio das fadigas suportadas: ela não conhece diminuição nem termo; permanece inteira em cada instante e inteira por toda a eternidade. “Depois do repouso concedido aos seus bem-amados, contemplarão a herança” (Salmos 126, 2). Agora, basta a cada dia o seu sofrimento; ele não pode reservar sua carga para o dia seguinte. Mas a recompensa de todas as penas será concedida naquele Dia ao qual nenhum outro dia sucede. “A coroa da justiça me está reservada, e o Senhor, justo juiz, ma entregará naquele dia” (Segunda Carta a Timóteo 4, 8) — não naqueles dias. “Um só dia em vossos átrios vale mais do que mil” (Salmos 83, 10).
A pena é sorvida gota a gota, como água que escorre em fio tênue; reparte-se em fragmentos e passa. Mas a recompensa é torrente de delícias, rio impetuoso, torrente transbordante de alegria, rio de glória e rio de paz — não rio que corre para desaparecer, mas rio que transborda em plenitude. É chamado rio não porque passe, mas porque é abundante.
Observações teológicas e estilísticas: “Primícias”, “arras” e “herança” conservam a linguagem paulina e patrística da economia da salvação, exprimindo a tensão entre o já e o ainda não. “Peso eterno de glória” mantém, com rigor, o contraste vigoroso do pondus gloriae, em oposição à leveza transitória da tribulação. A estrutura retórica permanece fundada em oposições contínuas — breve e eterno, gota e torrente, tribulação e glória — que sustentam a cadência do sermão. A expressão “naquele dia” guarda sua densidade escatológica, indicando o Dia único e definitivo. As imagens hídricas desenvolvem-se segundo a simbologia bíblica tradicional: o fio de água figura o sofrimento temporal que se escoa, enquanto o rio abundante significa a plenitude eterna que não se extingue.
ResponderExcluirNota espiritual: O texto conduz a alma da fadiga presente à contemplação da eternidade. Toda a pedagogia espiritual consiste em diminuir, aos olhos da alma, o peso do sofrimento temporal e ampliar a visão da glória eterna. O sofrimento passa, fragmenta-se e se esgota; a glória permanece, plenifica e transborda. Assim, a alma aprende a não medir a eternidade pelos dias da terra, mas a medir os sofrimentos da terra pela eternidade: a tribulação é gota, a glória é rio sem fim.
ResponderExcluir8. Do peso eterno da glória e da verdadeira alegria
ResponderExcluirEstá escrito: “um peso eterno de glória”. Não se trata de uma veste de glória, nem de uma habitação gloriosa, mas da própria glória que nos é prometida; e, se por vezes as Escrituras falam por figuras semelhantes, fazem-no apenas para elevar nossa compreensão. Na verdade, a esperança dos justos não consiste em algum bem exterior, mas na própria alegria (Provérbios 10, 28).
Os homens se alegram nos prazeres da mesa, nas pompas do mundo, nas riquezas e até nos vícios; mas todas essas alegrias terminam em tristeza, porque, estando ligadas às coisas mutáveis, mudam com elas. Acende-se uma lâmpada, e não se possui a luz pura, mas apenas a luz da lâmpada. O fogo consome aquilo mesmo que o alimenta; vive consumindo. Assim, quando a matéria começa a faltar-lhe, enfraquece; e, quando lhe falta por completo, extingue-se inteiramente. Do mesmo modo, à chama sucedem a fumaça e as trevas; assim também a alegria fundada apenas na presença das coisas passageiras converte-se inevitavelmente em tristeza.
Mas aquilo que Deus nos oferece não é um simples raio de mel, e sim o mel puríssimo e cristalino: é a própria alegria, a própria vida, a própria glória, a própria paz, a própria suavidade, a própria bem-aventurança e a própria exultação que o Senhor nosso Deus conserva para os seus. E tudo isso é uma só realidade, pois não há divisão na Jerusalém celeste. E eu não afirmaria que todas essas coisas são uma única e mesma realidade se não tivesse o testemunho do Apóstolo, que diz: “O Senhor será tudo em todos” (1 Coríntios 15, 28).
Eis a nossa recompensa, a nossa coroa, a nossa vitória; eis o prêmio para o qual corremos com ardente desejo de alcançá-lo. Jamais um agricultor prudente julga demasiado longo o tempo da semeadura quando espera uma colheita abundante. Ora, os vossos dias estão contados não menos que os cabelos de vossa cabeça; e, assim como não perece um só de vossos cabelos, assim também não se perderá um só instante de vossa vida.
Tendo recebido tão grandes esperanças, não desfaleçamos, meus irmãos; não nos deixemos vencer pelo cansaço; não chamemos pesado ao fardo de Cristo, Ele que afirmou ser leve; nem duro ao seu jugo. Mas, sempre que sentirmos o peso do dia presente, recordemos o peso da glória eterna, à qual o Senhor dos Exércitos e Rei da glória se digne conduzir-nos por sua misericórdia. Enquanto isso, digamos com humilde devoção: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória” (Salmos 113, 9).
Observações teológicas e estilísticas: “peso eterno de glória” (aeternum gloriae pondus): expressão central paulina mantida integralmente, conservando toda a sua densidade teológica e retórica. A distinção entre alegria criada e alegria divina é rigorosamente preservada: as alegrias terrenas aparecem como mutáveis e perecíveis, enquanto a alegria divina se apresenta como substancial, simples e eterna. A imagem da lâmpada exprime com precisão a precariedade de toda alegria dependente da matéria e do tempo, que vive consumindo aquilo que a sustenta. O “mel puríssimo” retoma a linguagem bíblica e monástica da dulcedo Dei, indicando não um símbolo exterior, mas a própria suavidade divina participada pela alma. A afirmação “O Senhor será tudo em todos” constitui o ápice metafísico e místico do sermão, exprimindo a unidade absoluta de todas as coisas em Deus. A conclusão conserva o tom litúrgico e contemplativo do “Non nobis, Domine”, traduzido com fidelidade e sobriedade.
ResponderExcluirNota espiritual: O sermão atinge aqui o seu cume, elevando a alma à contemplação da alegria eterna. Tudo o que é terrestre brilha por um instante, consome-se e se extingue, enquanto aquilo que Deus promete não é uma participação fragmentária da alegria, mas a própria Alegria em sua plenitude indivisível. A alma é, assim, chamada a desapegar-se das consolações transitórias e a ordenar todo o seu desejo para o Bem supremo. E, ao contemplar tão alta promessa, aprende também a via da verdadeira humildade: não reter a glória para si, mas devolvê-la inteiramente a Deus. A contemplação autêntica culmina, portanto, em adoração, em humildade e na entrega total da glória ao Senhor.
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